Scud - Míssil



Scud é uma série de mísseis balísticos táticos desenvolvidos pela União Soviética durante a Guerra Fria , e exportados extensamente para outros países. O termo vem do nome do relatório da Otan SS-1 Scud que foi anexada à do míssil pela Western agências de inteligência . Os nomes em russo para o míssil são os R-11 (primeira versão), R-17 e R-300 Elbrus (desenvolvimentos posteriores). O nome Scud tem sido amplamente utilizada para se referir a esses mísseis e uma grande variedade de variantes derivadas desenvolvidas em outros países com base no modelo soviético.


O primeiro

O primeiro dos "Scud" série, designado R-11 (SS-1B Scud-A) originou em 1951 um requisito para um míssil balístico com desempenho semelhante ao alemão V-2 foguete. O R-11 foi desenvolvido pelo engenheiro Victor Makeev , que trabalhava então na OKB-1 , liderada por Sergey Korolev . Voou pela primeira vez em 18 de abril de 1953, foi equipado com um motor Isayev usando querosene e ácido nítrico como agente propulsor. Em 13 de dezembro de 1953, uma ordem de produção foi aprovada com SKB-385 em Zlatoust , uma fábrica dedicada à produção de mísseis de longo alcance. Em junho de 1955, foi nomeado Makeev projetista-chefe da SKB-385 para supervisionar o programa e, em julho, o R-11 foi formalmente aceite no serviço militar. O definitiva R-11M, concebido para transportar uma ogiva nuclear, foi aceito oficialmente em serviço em 1 de abril de 1958. O sistema de lançamento recebeu o GRAU 8K11 designação.

Scud foi utilizado recentemente em confronto na Líbia.

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O Manuscrito Voynich


A História é repleta de relatos de falsificações arqueológicas. O homem de Piltdown, as placas Kinderhook, e o próprio Livro de Mórmon são bons exemplos desse tipo de safadeza. No mundo artístico há centenas de casos de falsificações, e é provavelmenteo ramo que atrai os forjadores mais prolíficos.

Entretanto, há algo em comum em todos esses casos: havia um benefício a ser atingido através da falsificação, seja convencendo alguém através do artefato produzido, ou tentando vende-lo por preço altíssimo como produção autêntica.


Como explicar uma falsificação que não almejou alcançar nenhum dos dois objetivos?

Essa é a dúvida que ecoa na cabeça dos estudiosos que analisaram o manuscrito de Voynich, que herdou o nome de Wilfrid M. Voynich, um colecionador de relíquias medievais que obteve o livro em 1912.

O livro tem 272 páginas e foi inteiramente escrito numa língua que jamais existiu. O manuscrito foi apresentado pros melhores criptógrafos americanos e britânicos da Segunda Guerra Mundial, e após meses de tentativas nem uma palavra sequer foi identificada. Como não há nenhuma forma de elucidar o texto, o conteúdo do livro foi deduzido através das ilustrações. A partir dela concluiu-se que o livro trata de botânica, astronomia, e biologia.


Antes que você sugira, não, Voynich não escreveu o livro por si mesmo. Especialistas concordam que o livro foi escrito no século XVI. Há várias teorias a respeito de quem o teria escrito, mas ninguém consegue chegar a um consenso a respeito do motivo da criptografia utilizada.

Resolução

O livro continua indecifrado. Não apenas indecifrado, como não se sabe se realmente diz algo ou se é apenas um amontoado de símbolos sem significado criado com o intuito de… parecer dizer algo. Vários pesquisadores já anunciaram ter encontrado indicações de que o livro é uma fraude, mas as evidências não são conclusivas.

O inexplicado atiça assim a imaginação, e o Manuscrito Voynich tem hoje uma fama que rivaliza o Necronomicon – que talvez seja mais famoso e misterioso justamente porque é um livro que além de indecifrado… não existe! Ou será que existe?

Por mais que nossas fantasias se esforcem, no entanto, é pouco provável que o livro de Voynich contenha invocações de demônios ou a resposta para a vida, o universo e tudo mais. Sabemos que ele data do século 15 ou 16, e as ilustrações que o acompanham não parecem sugerir grandes mistérios, apenas plantas, estrelas e figuras diversas.
Isso, claro, a menos que o texto indecifrado não tenha relação com as imagens, e contenha a invocação correta para despertar os Grandes Antigos.


Fonte : HBD e Ceticismo Aberto

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Os 5 maiores conquistadores de territórios

Nesta coletânea estão os 5 maiores conquistadores da história, sejam eles de tempos mais distantes ou até mesmo do século passado vale a pena ver sobre e quanto grande era o tamanho do seu território conquistado.

5 °- Napoleão Bonaparte (1760 - 1821) 


Área dominada - 1.864.800 de km2
Território em relação ao Brasil - 0,2
Entre 1799 e 1815
Trajetória -

1. Em 1780, Napoleão derrotou os exércitos da Áustria e submeteu a Suíça e a Holanda, 2. além de anexar territórios da atual Itália. 3. Invadiu em seguida sua ex-aliada Espanha e tratou de consolidar seu império, que chegou a dominar boa parte da Europa. 4. Fracassou na tentativa de conquistar a Rússia, sendo derrotado definitivamente em 1815 por tropas lideradas pelos britânicos.
Principal inimigo - Grã-Bretanha e Rússia
Que fim levou - Exilado na ilha de Santa Helena, no sul do oceano Atlântico, morreu em 1821.
O território conquistado incluí : França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Polônia, Suiça e Espanha. 


4° - Adolf Hitler (1889 - 1945)


Área dominada - 3.548.300 de km2
Território em relação ao Brasil - 0,4
Entre 1938 e 1945
Trajetória -

1. Hitler, líder do terceiro Reich, anexou com manobras políticas a Áustria em 1938 e 2. ocupou a Tchecoslováquia e a Polônia no ano seguinte, dando início à Segunda Guerra Mundial. 3. No conflito, dominou a França e uma porção do norte da África. 5. Seu avanço foi contido depois de invadir a União Soviética, em 1941.
Principal inimigo - Grã-Bretanha, União Soviética e Estados Unidos
Que fim levou - Suicidou-se em Berlim em 1945, no fim da Segunda Guerra, perdendo tudo num espaço de três anos.
O território conquistado incluí : A maior parte da Europa continental e se estendia do canla Inglês até as cercanias de Moscou, e da África de Norte até a Noruega.

3° - Átila, o Huno (406 - 453)


Área dominada - 3.755.500 de km2
Território em relação ao Brasil - 0,4
Entre 433 a 453
Trajetória -

Átila , Rei dos Hunos e Flagelo de Deus, embora tenha falhado em sua tentativa de conquistar a Gália, Átila governou um império que abrangia da Europa Central até o Mar Negro, e desde o Danúbio até o Báltico. Durante seu reinado foi um dos maiores inimigos dos Impérios romanos Oriental e Ocidental: invadiu duas vezes os Bálcãs, esteve a ponto de tomar a cidade de Roma e chegou a sitiar Constantinopla na segunda ocasião. Marchou através da França até chegar a Orleães, antes que lhe obrigassem a retroceder na batalha dos Campos Cataláunicos (Châlons-sur-Marne) e, em 452, conseguiu fazer o imperador Valentiniano III fugir de sua capital, Ravenna.

2° - Alexandre, O Grande ( 356 - 323a.C)


Área dominada - 5.646.200 de km2
Território em relação ao Brasil - 0,6
Entre 335 a.C. e 323 a.C.
Trajetória -

Herdeiro do Império Macedônico, Alexandre comandou seu exército avançando contra os persas no território da atual Turquia, contornando a costa do Mediterrâneo e conquistando o Egito, no norte da África. 2. Depois, ele domina boa parte de Oriente Médio e oeste da Ásia, parando nas fronteiras ocidentais da Índia, pois seus soldados recusavam-se a seguir.
Principal inimigo - Império Persa
Que fim levou - Morreu de motivos incertos em 323 a.C. Seus domínios foram divididos entre seus generais, que entraram em luta entre si e desintegraram o império.
O território conquistado incluí : Seu império incluía o sul da península Bálcã, Ásia Menor, Egito, e todo Oriente Médio, até o Rio Indus.

1° - Gêngis Khan (1162 - 1227) 


Área dominada - 12.857.400 de km2
Território em relação ao Brasil - 2,3
Entre 1200 a 1227
Trajetória -

À frente de uma tribo mongol nômade, Gêngis Khan dominou pela força várias tribos rivais na Mongólia até 1206. Depois, partiu para a briga na Ásia Central: 1. Em 1211, atacou o Império Chin, no norte da China, e tomou a cidade mais importante, Pequim, quatro anos mais tarde. 2. Depois, expandiu seus domínios em direção ao oeste e conquistou boa parte do território asiático, chegando até as margens do mar Cáspio. Após a morte de Gêngis Khan, seus filhos e netos ampliaram ainda mais o Império Mongol.
Principal inimigo - Império Chin (chinês)
Que fim levou - Morreu em 1227, em circunstâncias desconhecidas. Algumas versões dizem que morreu depois de cair de um cavalo, durante uma caçada ou em meio a uma batalha
O território conquistado incluí : Norte da China, Mongolia, sul da Sibéria e Ásia Central.



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